Desafios

A primeira vez que  vi um  Kusudama feito  de lírios fiquei chocada:  “lindo demais, trabalhoso demais” !

Concluí que não  conseguiria fazê-lo e, por causa disso,  NUNCA  TENTEI  DOBRAR UM.

O tempo  passou e, observando as   pequenas mãos da Bibi fazendo  lírios e mais  lírios que ela  oferece as amiguinhas, a vontade de  experimentar  foi crescendo  até que, um  dia,  aceitei o desafio!

Quero  contar que  nunca  sabemos  de fato onde podemos  chegar  . Basta começar a  dobrar  um  pedacinho  de  papel  para sentir nossa  capacidade e confiança crescerem .

Esta é  outra  coisa maravilhosa que o  origami  nos  oferece: confiança  que nasce  de uma folha de papel e cresce  em nós para nos  dar  esperança em tudo!

Aceitem os  seus pequenos  desafios ( sejam eles  de  papel ou não) que as  grandes surpresas virão!

Um grande abraço  a todos  !

Cristinne.

Kusudamas tem tudo a ver com os bebês…

Há algum tempo, preparamos um  kusudama para o Paulinho, bebê de uma amiga, a Tatiana.

Ela gentilmente nos  escreveu :

“(…) Desde que eu ganhei o móbile, fui logo pendurá-lo em seu quartinho, o que deixou o ambiente ainda mais mimoso. Toda vez que ele está quietinho no berço, seus olhinhos fixam o origami por vários minutos, ele adora, e no meu colo tenta pegá-lo. Obrigada à você e a Bibi. Vocês são uma dupla e tanto! O seu blog me deixa morrendo de vontade de aprender essas super técnicas de dobraduras, que transformam simples folhas de papéis em obras de arte. Continuem assim e com muito sucesso. Beijões com muito carinho.”

Fiquei muito  emocionada quando  vi as fotos  daquele quartinho lindo , super caprichado e, bem ali no meio, no  centro de  tudo, sobre os olhos  do bebezinho, nosso Kusudama Loop!

Mais uma  vez eu digo: kusudamas  tem tudo a ver  com os bebês…  fofos , alegres  e “surpreendentes” (quem tem  um sabe do que eu estou  falando) !

Obrigada, Tatiana!

Cris e Bibi.

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Casa nova pede Kusudama!

 

Nossa prima, Roberta, redecorou a casa e  logo  pensou em  um kusudama rosa!

Escolheu o  modelo e nossas quatro  mãos  trataram de dobrar e  enrolar , enrolar e enrolar!

(Bem… é preciso  explicar  que  não  enrolamos  a cliente…. enrolamos o  papel, mesmo!)

E o trio de  Curler seguiu para o  Rio  de Janeiro onde  esperamos  que esteja roubando  os  olhares de todas as  visitas da Roberta!

 

 

                                                               

 

Cris e Bibi.

O amanhã que nunca chega

O Amanhã Que Nunca Chega

Tenho um amigo que costumava dizer que um de seus pontos fracos era a procrastinação. Ele dizia: “Reconheço que costumo deixar as coisas para depois, mas vou melhorar. Vou deixar de procrastinar; e vou começar isso. a partir de amanhã!” O que ele dizia, brincando, acaba sendo uma verdade para alguns de nós. A declaração do Imposto de Renda está aí para confirmar essa tendência. Se as consequências da procrastinação fossem somente financeiras, o problema não seria tão grave. O grande risco é quando ela acaba afetando nossa vida pessoal, familiar ou espiritual.

O Senhor, já prevendo que alguns de Seus filhos poderiam cair nessa armadilha, nos alertou por meio de Seus profetas: “Pois eis que esta vida é o tempo para os homens prepararem-se para encontrar Deus; sim, eis que o dia desta vida é o dia para os homens executarem os seus labores (.); porque depois deste dia de vida que nos é dado a fim de nos prepararmos para a eternidade, eis que, se não fizermos melhor uso de nosso tempo nesta vida, virá a noite tenebrosa, durante a qual nenhum labor poderá ser executado” (Alma 34:33-34).

Comodidade, insegurança, falta de recursos, falta de apoio, falta de fé, falta de vontade. São várias as razões que nos levam a adiar nossas realizações e alguns de nossos sonhos. A cada final de ano, como estamos chegando agora, ou em alguma outra data específica, nos comprometemos com nossas metas e pensamos: “Neste próximo ano vai dar!” Chegamos a colocar os planos no papel, talvez mais para aliviar a nossa consciência do que para assumir um compromisso real. Ao final do período, reconhecemos que “infelizmente não foi possível”. Nossas metas e correções acabam se tornando apenas um registro das coisas que, mais uma vez, deixamos. para amanhã.

No âmbito familiar, o risco desse “amanhã que nunca chega” tem suas consequências. Lembro-me de uma vez, em que estava com um dos meus filhos no carro e, quando passamos em frente a sua escola, ele comentou: “Puxa pai, eu nem acredito que já estou no primeiro ano!” Pensei comigo mesmo: “Ele já está no primeiro ano do ensino médio!? Eu não lembro de conversarmos sobre a oitava série! Onde eu estava quando ele cursava a sétima série? Quando foi a última vez que fiz lição de casa com ele? Quando foi a última vez que estudamos juntos para uma prova?” É incrível como os nossos filhos crescem rapidamente e, se não cuidarmos, nem percebemos o que está acontecendo em sua vida. Quando foi a última vez que saímos para conversar com um deles? Quando foi a última vez que expressamos o nosso amor por eles? A intenção de fazê-lo está sempre lá; “eles sabem disso”, pensamos, mas acabamos deixando. para amanhã. Neste caso, o amanhã pode ser tarde demais. Os anos vão passar e, talvez, quando quisermos compensar o tempo perdido, será a vez de eles dizerem: “Hoje não, pai (ou mãe), vamos deixar. para amanhã”.

Em nosso progresso espiritual, esse risco também existe. Sabemos que precisamos melhorar nesse ou naquele ponto, mas vamos deixando para depois. Quando lemos algum artigo a respeito de nosso ponto fraco, ou quando um orador toca nesse assunto em uma reunião, sentimos a consciência nos dizendo que a mensagem é para nós. O Espírito nos alerta de que precisamos corrigir aquela fraqueza. Mas, acabamos racionalizando e pensamos: “Mais tarde vou corrigir isso”. Ou ainda: “É só eu parar de pensar no assunto que o desconforto passa” e, assim, vamos adiando. para um amanhã que pode nunca chegar. “Mais eis que vossos dias de provação se passaram; procrastinastes o dia de vossa salvação até que se tornou, para sempre, demasiado tarde” (Helamã 13:38).

Aquele livro, aquele curso, aquele abraço, aquele beijo, aquela viagem, aquela fraqueza, aquele negócio, aquele e aquela. são coisas que estão sempre em nossa lista, mas nem sempre em nossas realizações. No próximo feriado, nas próximas férias, quando eu for chamado ou quando eu for desobrigado, no próximo ano e no próximo e no próximo. E assim, vamos deixando para depois essas metas e realizações em nossa vida.

Que bom que existe o arrependimento. Que bom que podemos corrigir nossas falhas. Que bom que podemos contar com o Salvador em qualquer de nossas metas e nossos desafios. Podemos contar com Ele em todos aspectos de nossa vida. “Aconselha-te com o Senhor em tudo que fizeres e ele dirigir-te-á para o bem” (Alma 37:37).

Não tenho dúvidas de que o Senhor está do nosso lado e está sempre disposto a nos ajudar. Ele nos ama e deu Sua vida para que ganhássemos a nossa. Oro para que, neste final e começo de ano não esqueçamos de incluir o Salvador como parte ativa de nossos planos e de nossas metas.

Testifico-lhes que, se colocarmos o Senhor em primeiro lugar e deixarmos que Ele participe de nosso dia a dia, todas as outras coisas estarão em seu devido lugar, e nosso amanhã será promissor e eterno.

Élder Carlos A. Godoy

Dez 2010

Fonte: Silscrap

Os Tsurus do Diego

Esta surpresinha  foi para o Diego, que  tem  dez  anos.

 As cores  combinaram  com  a decoração do aniversário dele: preto e branco!

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Cristinne e Bibi.